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Energia Elétrica no Brasil: Há caminhos mais sustentáveis?
As perspectivas para o Brasil também são animadoras. O país ocupa o 9º lugar no Renewable Energy Country Attractiveness Index, índice de consultoria Ernst & Young que elenca as melhores opções de investimento em energias renováveis. Um dos principais fatores apontados para a boa colocação foi o primeiro leilão da Aneel para a comercialização de energia elétrica de usinas solares, realizado em outubro de 2014.
 
Outro importante incentivo para o setor é o financiamento aprovado pelo BNDES, em janeiro de 2015, para a implantação da primeira fábrica de equipamentos para energia solar no Brasil. Incentivos dessa natureza, aliados aos bons resultados do leilão e à lenta recuperação dos reservatórios hidrelétricos, serão fundamentais para a consolidação das usinas solares como alternativas de fornecimento de energia elétrica, bem como para a expansão do mercado de geração fotovoltaica domiciliar.
 
Diversificando as fontes renováveis na matriz elétrica, o Brasil estará menos sujeito às conseqüências dos episódios de estiagem na geração hidrelétrica. É um importante passo para aumentar tanto a segurança quanto a sustentabilidade do nosso sistema elétrico.
 
 
Mini e Microgeração podem ser a solução
 
No início de fevereiro deste ano, A Aneel, por meio de sua diretoria, informou que esta sendo negociada à implantação de mecanismos de incentivo à mini e microgeração de energia elétrica. Neste modelo, o usuário poderia gerar para o seu consumo próprio e comercializar um eventual excedente com a empresa distribuidora.
 
Outros incentivos à serem adotados são a criação de linha de financiamento para  equipamentos voltados à geração domiciliar – como placas solares e turbinas eólicas – a isenção da cobrança do ICMS relativa à devolução da energia para rede, e a autorização para as empresas distribuidoras pagarem por essa energia preços acima dos valores de referência. A adesão dos usuários a esse modelo de geração, além de diminuir a demanda, hoje atendida em momentos de crise por usinas termoelétricas, ampliará a oferta de energia elétrica renovável em nossa matriz. Ainda fará deslanchar o mercado de produção e instalação, por exemplo, de sistemas fotovoltaicos domiciliares. Um bom negócio para os brasileiros e para o mundo.




Votuporanga, 02/04/2015

Fonte: Revista Casa Nova Abril / Maio 2015 Nº 27 Pág. 26
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